Igreja de Nossa Senhora da Conceição

IPA.00024095
Portugal, Faro, Aljezur, Bordeira
 
Arquitectura militar e religiosa. Forte e Igreja
Número IPA Antigo: PT050803020007
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Templo  Igreja  

Descrição

Acessos

Lugar da Carrapateira

Protecção

Grau

5 - registo em pré-inventário com um preenchimento mínimo dos campos… e pressupondo a existência de um registo iconográfico.

Enquadramento

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Religiosa: igreja

Utilização Actual

Religiosa: igreja

Propriedade

Privada: Igreja Católica

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 17

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido

Cronologia

Séc. 17 - construção da igreja; 1673 - sofrendo ataques constantes dos corsários a população da Carrapateira pede auxílio ao Monarca que manda iniciar a construção do Forte da Carrapateira em volta da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, sendo governador e Capitão-General do Reino do Algarve D. Nuno Da Cunha de Ataíde, Conde de Pontevel; 1742 - durante o reinado de D. João V e Governador do Reino do Algarve o Conde de Atouguia, foi o forte mandado repara por este; encontrava-se artilhado com 6 bocas de fogo e guarnecido por 11 soldados; 1751 - só restavam 2 peças de artilharia e 3 homens; 1754 - quando da visita de inspecção efectuada pelo Governador e Capitão-General do Reino do Algarve, D. Rodrigo António de Noronha e Meneses, a artilharia estava reduzida a 3 peças de ferro de calibre 6 mas incapaz de funcionar; a fortificação encontrava-se em bom estado de conservação; 1755 - pequenos danos na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, na parte voltada a N., provocados pelo sismo; 1765 - inspecção à fortaleza pelo ajudante de engenheiro Francisco Lobo, a reparação das ruínas existentes foi avaliada em 100$000; a sua artilharia era composta por 2 peças de ferro, uma de calibre 4 e outra de 6 montadas, prontas a servir; 1767 - em carta do Governador e Capitão-General do Reino do Algarve, D. Tomás da Silveira de Albuquerque Mexia para o Conde de Oeira, ordena a reparação dos estragos existentes no forte da Carrapateira, não constando, no entanto, que alguns trabalhos tivessem sido efectuados; 1788 - na planta desenhada pelo Ten.-Coronel José de Sande Vasconcelos, encontra-se somente informação de apenas estarem arruinados os quartéis da guarnição; 1792, 1 de Abril - o Conde de Oeynhansen informa encontrar-se o forte como quase todo demolido e toda a artilharia, 3 peças de ferro de calibre 6 e uma de 2 , incapazes de servir, existindo como guarnição 2 soldados do Regimento de Lagos e 1 artilheiro sob o comando de 1 cabo;

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

CALLIXTO, Carlos Pereira, As Fortificações dependentes da Praça de sagres: O Forte da Carrapateira, in Revista da Marinha, nº 130 Outubro 1983

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN / DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Cecília Matias 2006

Actualização

 
 
 
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