Categoria
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| Monumento |
Descrição
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| Planta longitudinal de massa simples e cobertura homogénea em telhados de duas águas. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, percorridas por embasamento de cantaria, com pilastras toscanas nos cunhais, coroados por pináculos piramidais com bolas sobre acrotérios, e terminadas em friso e cornija sobreposta por beirada simples; todos os elementos de cantaria possuem as juntas pintadas de branco. Fachada principal virada a O., terminada em empena, coroada por cruz latina de cantaria, de braços quadrados sobre acrotério, e rasgada por portal de verga recta, terminada em cornija, encimada por fragmentos de cornija interrompida por elementos de cantaria com friso relevado sustentando bola; é sobreposto por nicho em arco de volta perfeita, sobre pilastras almofadadas, interiormente concheado e albergando imagem do orago sobre cornija recta, sendo encimado por uma outra cornija recta. O portal é ladeado por dois vãos rectangulares, gradeados encimados por cruz latina sobre globo relevado e moldurado. Fachadas laterais rasgadas por janela de capialço na zona do retábulo-mor, a lateral esquerda tendo ainda porta travessa de verga recta e, sobre a cornija, sineira em arco de volta perfeita albergando sino, rematado por dois pináculos piramidais e cruz latina de braços quadrangulares. Fachada posterior cega e terminada em empena. INTERIOR com as paredes rebocadas e pintadas de branco e azulejos de padrão fitomórfico monocromo azul sobre fundo branco formando silhar, com rodamão em madeira; pavimento cerâmico com guias de cantaria e integrando lápide sepulcral inscrita e tecto de madeira em falsa abóbada de berço sobre cornija. Coro-alto de madeira com balaustrada do mesmo material, acedida por escada disposta no lado da Epístola. No lado do Evangelho dispõe-se púlpito de bacia rectangular com guarda plena de madeira, pintada de castanho, acedida por escada de madeira com guarda em balaústres planos. Junto à porta travessa existe pia de água benta cilíndrica. Sobre o supedâneo de cantaria com dois degraus, dispõe-se o retábulo-mor. |
Acessos
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| Lugar de Paradelinha, Largo da Capela |
Protecção
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| Inexistente |
Grau
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| 5 |
Enquadramento
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| Peri-urbano, isolado, no interior da aldeia, a 348 m de altitude, numa plataforma artificial, adaptado ao declive acentuado do terreno, sobretudo junto à fachada posterior, encaixado entre um socalco e a estrada que atravessa a povoação. Frontalmente o adro é pavimentado a paralelos de granito e a porta travessa é precedida por escada de pedra. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Religiosa: capela |
Utilização Actual
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| Religiosa: capela |
Propriedade
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| Privada: Igreja Católica |
Afectação
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| Sem afectação |
Época Construção
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| Séc. 18 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| Desconhecido. |
Cronologia
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| 1758, 30 Março - o padre António de Santa Marta Lobo não refere a existência de nenhuma capela no Lugar de Paradelinha nas Memórias Paroquiais da freguesia; séc. 18, finais - época provável da construção da capela. |
Características Particulares
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Dados Técnicos
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| Sistema estrutural de paredes portantes. |
Materiais
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| Estrutura rebocada e pintada; frisos, pilastras, molduras dos vãos, pináculos, cruz, sineira em cantaria de granito; portas e portadas de madeira; grades em ferro; retábulo em talha policroma; pavimento cerâmico; tecto de madeira; cobertura de telha. |
Bibliografia
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| CAPELA, José Viriato, BORRALHEIRO, Rogério, MATOS, Henrique, As Freguesias do Distrito de Vila Real nas Memórias Paroquiais de 1758. Memórias, História e Património, Braga, 2006. |
Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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Observações
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| EM ESTUDO |
Autor e Data
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| Paula Noé 2009 |
Actualização
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