Categoria
|
| Monumento |
Descrição
|
| Planta composta por casa senhorial, organizada em torno de pátio central, balneário a E., templo a S. e instalações agrárias. Pátio central com peristilo de 22 colunas. Termas com a sequência de apodyterium, frigidarium, com banheira circular, tepidário e caldearium, decorados com mosaicos, um deles figurando peixes de dimensões distorcidas. Ruínas do santuário aquático nínfeu com o podium e a cella que serviu na época paleocristã de igreja, como testemunha a presença de piscina baptismal e de um pequeno mausoléu no pátio, junto ao podium. Nas imediações encontra-se uma casa rural quinhentista. |
Acessos
|
| EN 2 - 6, entre o sítio do Coiro da Burra e Estoi, junto ao nó de Faro da Via do Infante, a 9Km de Faro. |
Protecção
|
| MN - Monumento Nacional, Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136 de 23 junho 1910. |
Grau
|
| 1 |
Enquadramento
|
| Rural, isolado, atrás de uma ponte, tendo a E. cemitério e estrada. |
Descrição Complementar
|
| |
Utilização Inicial
|
| Agrícola: villa / Religiosa: igreja |
Utilização Actual
|
| Turística e cultural: estação arqueológica / Cultural: centro de acolhimento e interpretação / Cultural: sala de exposição permanente |
Propriedade
|
| Pública: estatal |
Afectação
|
| DRCAlgarve, Portaria n.º 829/2009, DR, 2.ª série, n.º 163 de 24 agosto 2009 |
Época Construção
|
| Séc. 01 / 03 / 04 / 18 / 21 |
Arquitecto / Construtor / Autor
|
| ARQUITECTO: Ditza Reis e Pedro Serra Alves (centro de interpretação e acolhimento) |
Cronologia
|
| Séc. 01 - construção da villa; séc. 03 - 04 - remodelação da casa senhorial; edificação do templo e sua posterior adaptação ao culto cristão; Séc. 16 - construção Casa Rural; 1992, 01 junho - o imóvel é afeto ao Instituto Português do Património Arquitetónico, pelo Decreto-lei 106F/92, DR, 1.ª série A, n.º 126; 1999 - incluido no Programa de Valorização e Divulgação Turística - Itinerários Arqueológicos do Alentejo e Algarve, do Ministério do Comércio e Turismo e da Secretaria de Estado da Cultura; 2001, 23 de Janeiro - Anúncio de concurso público para empreitada de recuperação da Casa Rural do Séc. 16, pelo IPPAR, publicado em Diário da República, 3ª série, nº 19; 2001 - construção do centro de acolhimento e interpretação sob projecto dos Arqs. Ditza Reis e Pedro Serra Alves; 2003, 19 Novembro - inauguração da Casa Rural e abertura da exposição permanente no Centro de Acolhimento; 2007, 20 dezembro - o imóvel é afeto à Direção Regional da Cultura do Algarve, pela Portaria n.º 1130/2007, DR, 2.ª série, n.º 245. |
Características Particulares
|
| A monumentalidade dos seus vestígios constituindo-o como um dos sítios arqueológicos mais visitados de todo o Algarve. A distorção aplicada à figuração de peixes nos mosaicos de uma das banheiras do balneário, simulando a distorção óptica provocada pela água. O templo apresenta paralelos com o de São Cucufate (v. PT040214040001). |
Dados Técnicos
|
| |
Materiais
|
| |
Bibliografia
|
| BOTTO, C. Pereira, "Iconografia parcial das construções de Milreu", O Archeologo Português, 1898, pp. 158 e segs.; ROSA, J. Cunha e, Anais do Municipio da Faro, I, 1969; VEIGA, S. P. M. Estácio da, A tábua de bronze de Aljustrel, Lisboa, 1880. |
Documentação Gráfica
|
| IHRU: DGEMN/DSID; IPPAR |
Documentação Fotográfica
|
| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Administrativa
|
| IHRU: DGEMN/DSAHR-010/094-0031; IPPAR |
Intervenção Realizada
|
| IPPAR: 2001 - obras de recuperação da Casa Rural incluíndo trabalhos de construção civil e electricidade, escavação, conservação e restauro, construção de centro de acolhimento, apoio e interpretação. |
Observações
|
| |
Autor e Data
|
| João Neto 1991 |
Actualização
|
| Rosário Gordalina 2003 |
| |
| |