Pousada das Quedas do Duque de Bragança / Pousada das Quedas de Calandula

IPA.00031415
Angola, Malanje, Calandula, Calandula
 
Pousada construída na década de 50, do séc. 20, em local privilegiado, com vista para as quedas do Duque de Bragança.
Número IPA Antigo: AO911402000005
 
Registo visualizado 1917 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Comercial e turístico  Unidade hoteleira  Pousada  

Descrição

Acessos

Calandula, Quedas de Calandula

Protecção

Enquadramento

Na margem esquerda do Rio Lucala, junto às Quedas de Calandula *1 (a 80kms de Malanje e cerca de 450kms de Luanda)

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Comercial e turística: pousada

Utilização Actual

Devoluto

Propriedade

Afectação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITETO: Joaquim José Ferreira Pinto dos Reis (1950, década).

Cronologia

1940 - projecto não executado da autoria do arquitecto Franz Schacherl (Missão de Estudos e Construção de Edifícios) *2; 1959, junho - inauguração da pousada com projeto do arquiteto Joaquim José Ferreira Pinto dos Reis, natural de Penafiel e licenciado em arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto (09-09-1924 - 02-06-1975); 1974 - a pousada ainda está em funcionamento; 2009 - o imóvel é adquirido por uma empresa que o pretende restaurar e refuncionalizar.

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes autónomas.

Materiais

Bibliografia

http://www.prof2000.pt/users/secjeste/arkidigi/quedas01.htm (consultado a 07/06/2011)

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

DGPC: SIPA; Arquivo Histórico Ultramarino: Agência Geral do Ultramar

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

*1- As Quedas de Calandula (as segundas maiores de África) no Rio Lucala foram, até 1975, designadas por Quedas do Duque de Bragança. *2- O projecto de 1940 da autoria de Franz Schacherl não haveria de ser levado a cabo, não obstante na memória descritiva existir referência à aprovação por parte do Governador Geral; composto de cave (destinado à habitação do arrendatário), piso térreo (com uma ampla sala de estar e de refeições, uma cozinha e quatro quartos) e "sótão habitável" (com dois dormitórios - um masculino com 6 camas e outro feminino com 4 camas), deveria ter um "aspecto sóbrio e rústico", uma vez que este deveria ser o que mais conviria "à paisagem em que ser [iria] encorporar, para o que contribuirá o emprego dos materiais da região, [...] [sendo] o aspecto exterior do edifício completado com o emprego da pedra da região nos paramentos em que fica á vista em rústico, ficando os restantes caiados a branco com sombra; os suportes do alpendre [...] formando por troncos de árvores ao natural sem casca e a cobertura de telha moldada, será rematada no contorno inferior com madeira." O alpendre deveria ficar voltado à principal cascata, o que parece indiciar que a localização deste edifício deveria ser próxima à do efectivamente construído.

Autor e Data

Tiago Lourenço 2011 (projeto FCT PTDC/AURAQI/104964/2008 "Gabinetes Coloniais de Urbanização: Cultura e Prática Arquitectónica")

Actualização

 
 
 
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