Igreja de Santa Engrácia / Panteão Nacional

IPA.00004721
Portugal, Lisboa, Lisboa, São Vicente
 
Arquitectura religiosa, maneirista e barroca. Planta em cruz grega, com três capelas absidadas, espaço central quadrangular e quatro torres nos ângulos. Exterior marcado pela ondulação dos alçados com curvas e contracurvas e alternância (triangular / circular) de frontões que representam uma inovadora e criativa utilização das formas clássicas que acentua o dinamismo exterior da massa arquitectónica. O barroco do portal decorre essencialmente dos elementos esculturais que o ornamentam. Os elementos arquitectónicos testemunham o barroco italianizante. Decoram o edifício colunas de ordem dórica, jónica e compósita. Entablamento neoclássico. Revestimento de altar, capelas, chão, paredes e revestimento do zimbório de decoração barroca em estrutura maneirista nos embutidos de mármore polícromo. Amplidão de espaço arquitectónico valorizado por efeitos contrastantes de claro / escuro barroco. Grande harmonia entre a policromia do mármore e a cor alva da parede. Sumptuosidade do estilo joanino na talha dourada do órgão *3.
Número IPA Antigo: PT031106510011
 
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Registo

Categoria

Monumento

Descrição

Planta centralizada, composta, regular, de forma orbicular; o eixo O. / E. tem forma oval; volumes articulados com alternância de côncavo - convexo nos grossos muros; disposição em horizontalidade com elementos de verticalidade; composição da cobertura diferenciada: terraço sobre os torreões com remate central em domo. Fachada principal orientada, tem a maior carga decorativa; dividida em 3 panos por pilastras colossais com espessas volutas; pórtico com galilé de tripla arcada dão acesso a nártex sobreposto por três nichos com esculturas; 4 colunas colossais da ordem dórica suportam cimalha; entablamento continuando com friso decorado; 3 portais dão acesso à igreja flanqueados por colunas pseudossalomónicas com capitel duplo assentes em plintos altos: o principal é encimado por friso rematado por frontão interrompido e ao centro um escudo com as armas de Portugal com a coroa sustentada por 2 anjos e todo o conjunto assente em busto com asas de anjo; os portais laterais com decoração mais simples são encimados por busto de Santa Engrácia; tem 2 andares: o 1º é de linhas severas; os torreões flanqueados por pilastras têm duas janelas alinhadas na verticalidade rematadas por frontão; uma zona côncava separa os torreões do corpo central com duas janelas semelhantes às anteriores; o 2º tem uma janela no torreão e, na zona côncava, 3 de diferentes dimensões. Fachada E. com 2 andares com 5 janelas pequenas: duas nos panos laterais alinhadas na verticalidade e uma no centro; no 1º andar, 4 pilastras dividem a fachada em 3 panos; nos torreões, janelas colocadas a níveis diferentes, à semelhança das restantes fachadas; no 2º andar uma janela flanqueada por duas pilastras; na concavidade, 3 janelas sobrepostas de dimensões diferentes. Fachadas N. e S. têm grande desnível de terreno, são semelhantes às das fachadas O. e E. respectivamente. Há simetria na concepção dos 4 torreões. Tambor sobre o terraço com 6 vãos à volta flanqueados por pilastras duplas que sustentam cimalha terminadas por pináculos; domo com corpo de luzes no tambor e no templete; lanternim encimado por pináculo. INTERIOR: de 2 andares e cúpula com dois tambores; no 1º andar, ábside com capela-mor sobre embasamento de degraus com órgão no topo e altar de mesa; os braços rematados por segmentos circulares com contracurvas a ligá-los às 4 torres dos ângulos definem no exterior um quadrado; 6 capelas em semicírculo encimadas por abóbadas de concha; em cada uma das arestas interiores de ligação aos nichos há 4 púlpitos de baldaquino poligonal encimados por nichos de tecto concheado com estatuária de santos, flanqueados por pilastras duplas colossais de capitel compósito; em cada braço do transepto, 3 arcossólios de abóbada de berço com cenotáfio em cada; duas salas dos torreões têm 3 arcazes tumulares cada; no braço fronteiro ao da capela-mor abrem-se os portais: o central é encimado por um arco de volta perfeita; são todos encimados por frontões; ladeiam o central duas pias de água benta; por cima um corredor com galeria de janelas; no 2º andar há janelas sobre cada arcossólio com pequenas balaustradas; no zimbório, 1º tambor de forma circular com galeria em toda a volta com balaustrada, abrem-se portas orientadas segundo os pontos cardeais que dão acesso ao terraço; na cimalha do tambor assenta o zimbório corrido por contrafortes rematados por pináculos; tem lanternim de forma circular com tambor e zimbório com 8 janelas intercaladas por colunas de capitel compósito.

Acessos

Campo de Santa Clara; Rua da Verónica; Rua de São Vicente; Rua do Mirante; Calçada do Cascão

Protecção

MN - Monumento Nacional, Decreto de 16-06-1910, DG, 1.ª série, n.º 136 de 23 junho 1910

Grau

1 – imóvel ou conjunto com valor excepcional, cujas características deverão ser integralmente preservadas. Incluem-se neste grupo, com excepções, os objectos edificados classificados como Monumento Nacional.

Enquadramento

Urbano, isolado e em situação de destaque na plataforma solevada SO. do Campo de Santa Clara, separada por arruamento estreito da Antigo Convento do Desagravo / Casa Pia de Lisboa - Secção de Santa Clara (v. PT031106511040); circundada por Jardim Boto Machado (de Santa Clara), pelas Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento do Exército e por casario. Acesso por adro em embasamento de 8 degraus de forma contracurvada.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Religiosa: igreja

Utilização Actual

Funerária: panteão nacional

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

DGPC, Decreto-Lei n.º 114/2012, DR, 1.ª série, n.º 102 de 25 maio 2012

Época Construção

Séc. 17 / 18 / 20

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTOS: Luís Amoroso Lopes; João Nunes Tinoco (1673). ESCULTOR: António Duarte (1966); Claude Laprade, Leopoldo de Almeida, António Duarte, Vasco da Conceição, Valadas Coriel. PEDREIROS: António Leal (1676); Dinis de Sousa (1676); João Antunes (1643-1712); João Dias (séc. 17); João Ferreira (1676).

Cronologia

1568, agosto - criação da nova paróquia de Santa Engrácia por Breve do Papa Pio V, separando-a da paróquia de Santo Estêvão de Alfama; 1570, cerca de - início das obras da primeira igreja de que não restam vestígios, do arquiteto Jerónimo de Ruão, mandada construir pela infanta D. Maria, última filha do rei D. Manuel e da rainha D. Leonor, irmã do imperador Carlos V; seria de uma nave orientada, tendo o altar-mor com o Santíssimo e as imagens do orago e de São Lupércio; no lado do Evangelho, as Capelas de Nossa Senhora da Esperança e de Santa Senhorinha, surgindo, no lado oposto, as de Santo Cristo, com a Irmandade das Almas, e de Santo António; 1595 - a infanta D. Maria doa à paróquia um busto em prata com relíquias de Santa Engrácia; 1630, 15 janeiro - durante a noite, a igreja é profanada e o cofre roubado; Simão Pires Solis é acusado do roubo e da profanação da igreja; 1631 - 100 nobres do reino fundam a Irmandade dos Escravos do Santíssimo Sacramento para desagravar o sacrilégio cometido na igreja o que leva à destruição da capela-mor; 13 fevereiro - o cristão novo, Simão Pires Solis, é levado em procissão até ao Campo de Santa Clara, sendo-lhe decepadas as mãos e de seguida queimado vivo, e segundo a lenda, na hora da morte, terá lançado a maldição e proferido que as obras "nunca se haviam de ver concluídas"; 1632 - início das obras da segunda igreja por Mateus do Couto; foram solicitadas "esmolas régias" a Filipe III, contribuindo os irmãos com quotas anuais, para a execução da mesma; a Irmandade institui as Festas do Desagravo, a celebrar anualmente nos dias 16, 17 e 18 de Janeiro, às quais presidiam a Família Real; 1640 - após a Restauração, e a consequente divisão política dos fidalgos da Irmandade, as obras decorrem a um ritmo lento; 1664 - morre o arquiteto Mateus do Couto, ficando a obra parada; 1673 - obras de João Nunes Tinoco no edifício (COUTINHO: 296); 1676 - é encarregue da obra o sobrinho do anterior arquiteto, também ele chamado Mateus do Couto; 25 junho - a Irmandade do Santíssimo contrata os pedreiros João Ferreira, Dinis de Sousa e António Leal para a obra da capela-mor (COUTINHO: 369); 1681, 19 fevereiro - desaba a capela-mor arrastando parte das antigas paredes da primitiva igreja quinhentista; 17 setembro - a mesa da Irmandade aprova o projeto do mestre pedreiro João Antunes para a construção da nova igreja *1; 1682, 31 agosto - o então príncipe D. Pedro, em cerimónia solene, lança a primeira pedra da atual igreja, edificada de raiz; as obras são custeadas pelas esmolas régias e pelas quotas dos irmãos; 1686 - 1692 - as obras param; 1687, 26 janeiro - testamento de João Dias, em que refere ter trabalhado em Santa Engrácia (COUTINHO: 359); 1694 - D. João da Gomes da Silva, 4º Conde de Tarouca, 1º Diretor da Academia Real de História, foi nomeado Superintendente das obras de Santa Engrácia; 1707 - os muros atingiam o piso das tribunas; 1712 - morre João Antunes; 1724, 6 janeiro - D. João V manda trazer à sua presença todos os desenhos relativos a Santa Engrácia; 1733, março - D. Francisco Xavier de Menezes, 4º Conde da Ericeira, escreve no seu Diário que o rei não aprovava a igreja por a achar " pequena "; novembro - D. Francisco Xavier de Menezes escreve no seu Diário que o rei " tem resoluto acabar a igreja de Santa Engrácia com brevidade e fazê-la maior"; 1747 - 1763 - as obras encontraram-se totalmente paradas, pois o rei estava concentrado nas obras de Mafra; a Irmandade decide cobrir a igreja com uma cúpula de madeira, ficando assim até meados do séc. 20; 1755, 01 novembro - o terramoto não causa grandes estragos na igreja; séc. 18, segunda metade - o rei D. José nomeia para inspecionar as obras da igreja, um irmão do Marquês de Pombal; 1758, 22 julho - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco Luís da Costa de Barbuda, é referido que o pároco é prior, tendo um coadjutor, sendo apresentado pelo arcebispo de Lisboa, tendo de rendimento 600$000 anuais; a igreja tem as Irmandades do Santíssimo, a dos Escravos do Santíssimo, a das Almas e da Esperança, quase em extinção; 1816 - são encomendados planos para os retábulos das capelas, ao arquiteto Honorato José Correia de Macedo e Sá; 1834 - com a extinção das ordens religiosas a igreja é entregue às instituições militares, tendo sido utilizada como quartel, depósito de materiais de guerra e fábrica de calçado do exército; 1916 - publicação de uma lei de 29 de Abril conferindo-lhe a condição de Panteão Nacional *2; 1934 - é constituída uma comissão pelo escultor Francisco Franco, pelo arquiteto Cristino da Silva e o olissipógrafo Gustavo de Matos Sequeira, destinada a elaborar um parecer sobre a forma de concluir as obras; 1956 - foram tomadas medidas efetivas para a recuperação do edifício existente e construção da cúpula; são pedidos novos estudos a dez arquitetos dos quais se encontraram apenas o de António Lino e de Luís Amoroso Lopes, tendo sido escolhido este último para prosseguir o desenvolvimento do trabalho, a partir das várias soluções encontradas; 1962 - 1966 - conclusão da construção com assentamento da cúpula baseada no projeto do arquiteto Amoroso Lopes; 1966 - execução das escultores de Santa Engrácia, de Santa Isabel, de Nuno Álvares Pereira, de Santo António, de São João de Brito, de São João de Deus e de São Teotónio, por António Duarte; 07 Dezembro - inauguração solene do Panteão Nacional; 1970, 06 junho - Decreto n.º 251/70, DG, 1.ª série, n.º 129 esclarece que a classificação de 1910 diz respeito ao atual Pamteão Nacional; 1990 - transladação dos restos mortais do General Humberto Delgado, para uma sala criada de propósito para o mesmo; 5 Outubro - inauguração da sala do Marechal Humberto Delgado; 1992, 01 Junho - afetação do imóvel ao Instituto Português do Património Arquitetónico, por DL nº 106F; 2001, 8 Julho - trasladação dos restos mortais de Amália Rodrigues, do Cemitério dos Prazeres, para a sala de Língua Portuguesa; 2004, 16 Setembro - trasladação dos restos mortais do primeiro presidente da República, Dr. Manuel de Arriaga; 2006, 22 agosto - parecer da DRCLisboa para definição de Zona Especial de Proteção conjunta do castelo de São Jorge e restos das cercas de Lisboa, Baixa Pombalina e imóveis classificados na sua área envolvente; 2007, 29 março - o imóvel é afeto ao IGESPAR, pelo Decreto-lei nº 96/2007, DR, 1.ª série, n.º 63; 2011, 10 outubro - o Conselho Nacional de Cultura propõe o arquivamento de definição de Zona Especial de Proteção; 18 outubro - Despacho do diretor do IGESPAR a concordar com o parecer e a pedir novas definições de Zona Especial de Proteção.

Características Particulares

O acentuado barroquismo do monumento é vincado pela utilização dos mármores coloridos que revestem as paredes de alto a baixo e pelo movimento conferido aos elementos arquitectónicos que procuram valorizar os espaços através da alternância de jogos de luz e sombra.

Dados Técnicos

Paredes autoportantes

Materiais

Mármore, cantaria de lioz branco e encarnado, betão armado, madeira.

Bibliografia

ALMEIDA, Fernando de, Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa, Lisboa, 1975; BIRG, Manuela, Igreja de Santa Engrácia: Panteão Nacional, Lisboa, 1995; BIRG, Manuela e CALADO, Teresa Gil, Igreja de Santa Engrácia, s.l., s.d.; CARVALHO, Ayres de, As Obras de Santa Engrácia e os seus Artistas, Lisboa, 1971; COUTINHO, Maria João Fontes Pereira, A produção portuguesa de obras de embutidos de pedraria policroma (1670-1720). Lisboa, Dissertação de Doutoramento em História da Arte apresentada à Faculdade de Letras de Lisboa, 2010, 3 vols.; COUTO, António do, A Igreja de Santa Engrácia, Lisboa, 1944; DGEMN, Panteão Nacional, Lisboa, 1966; FERREIRA, Rafael Laborde, VIEIRA, Victor Manuel Lopes, Estatuária de Lisboa, Lisboa, Amigos do Livro, Lda., 1985; MATOS, Alfredo, PORTUGAL, Fernando, Lisboa em 1758. Memórias Paroquiais de Lisboa, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1974; MESSINGER, Sylvie, CORDEIRO, Isabel, SOROMENHO, Miguel, (Coord.), Lisboa No Tempo do Rei D. João V (1689-1750), IPPAR, Lisboa, 1994; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1956, Lisboa, 1957; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no Ano de 1961, 1º Vol., Lisboa, 1962; MOURA, Carlos, História da Arte em Portugal, vol. 8, Lisboa, 1986; SANTANA, Francisco, e SUCENA, Eduardo, (dir.), Dicionário da História de Lisboa, Lisboa, 1994, pp.841-843; SEQUEIRA, Matos, Igrejas e Mosteiros de Lisboa, Lisboa, s.d.; SILVA, Ana Paula Noé da, ANTUNES, Eva Maria Cotos e Garcia, A Igreja de Santa Engrácia. Panteão Nacional, (Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Departamento de História de Arte), 1988 / 1989.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DRMLisboa, DGEMN/DREL/DEM, DGEMN/DSPI/CAM

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DRMLisboa

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DSARH

Intervenção Realizada

DGEMN: 1934 / 1935 - colocação de bocas de incêndio na fachada; obras diversas de conservação, reparação e melhoramentos; 1954 - obras diversas; sondagens; 1956 - estudos de adaptação da Igreja de Santa Engrácia a Panteão Nacional, pelos Serviços dos Monumentos Nacionais; 1957 - reparação da cobertura do pavilhão anexo; 1959 / 1960 - instalação eléctrica nos anexos; obras diversas de conservação; execução de balaústres de cantaria, execução de cimalhas e cornijas; 1960 / 1962 - construção civil; bases de balaustrada; cornija e obras diversas; platibanda exterior; cornija do anel central; obras de conservação; lajedo; 1961 - obras de conservação do monumento, pelo Serviço dos Monumentos Nacionais; 1962 / 1966 - assentamento de cantarias molduradas; instalação eléctrica; pedra para embasamento exterior da cúpula; caixa de órgão; maqueta de nicho interior para órgão e altar, moldes em gesso para frontões, capitéis, cornijas e balaustradas; ventilador eléctrico e arranjos no órgão; restauro dos painéis de embutidos com cantarias de cores diversas; troços de cornijas e cimalhas partidas e falhas dos pavimentos da construção antiga; caixilharias e revestimentos; trabalho de tijoleira; modelos em gesso para as pedras da cúpula; limpeza de cantarias; restauros; assentamento em janelões interiores; lanternim da cúpula; fornecimento de 15 colunas e construção de 2 capitéis e balaústres; revestimento com lambrins de uma sala, guarnecimento de vãos; zimbório; escavação do terraapleno do adro; reconstrução do órgão; degraus e ladrilhos; reparação de pintura artística; instalação de ascensor; iluminação exterior festiva; transladação de 6 túmulos; 1967 - reconstrução do órgão; trabalhos de cantaria; arranjos exteriores; polimento de pavimentos de mármore; muros de suporte e calçada; afinação do órgão; arranjos diversos; construção de bronzes; obras de conservação; 1969 / 1970 / 1971- diversos trabalhos de conservação; instalação eléctrica; execução de brasões para coroamento dos túmulos e grades de vedação na escada de acesso ao terraço; 1972 / 1976 - obras de conservação; 1977 / 1980 - obras de beneficiação; 1984 / 1985 - instalação eléctrica; 1990 - abertura de mais uma sala, para aí serem colocados os restos mortais do marechal Humberto Delgado.

Observações

*1- João Antunes "architecto nas obras de Santa Engrácia" segundo documento revelado por Sousa Viterbo. *2 - encontram-se aqui os túmulos dos Presidentes da República Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Sidónio Pais e Óscar Carmona, na sala dos Presidentes, do Marechal Humberto Delgado, numa sala à parte, dos escritores João de Deus, Almeida Garrett e Guerra Junqueiro, da fadista Amália Rodrigues, na sala dos escritores e na nave, os cenotáfios de Luís de Camões, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama e do Infante D. Henrique. *3 - Órgão que veio da Sé Patriarcal.

Autor e Data

Albertina Belo 1993 / Cecília Matias 1999

Actualização

 
 
 
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