Igreja Paroquial de Vila Boa de Quires / Igreja de Santo André

IPA.00004935
Portugal, Porto, Marco de Canaveses, Vila Boa de Quires e Maureles
 
Arquitectura religiosa, românica e neoclássica. Antigo mosteiro masculino da Ordem Beneditina, do qual resta a igreja de planta longitudinal composta por nave única e capela-mor rectangular abobadada. Portal principal de quatro arquivoltas, em arco quebrado, assente em impostas com cabeças de bovídeos e capitéis muito decorados, com inspiração no de Paço de Sousa. A fresta mainelada sobre o portal principal e as siglas das paredes, algumas alfabéticas, são de modelo gótico. Os capitéis da porta lateral S. são idênticos aos de Boelhe. A capela-mor apresenta solução semelhante à de outras igrejas da região, como Abragão. No interior, capela-mor com silhar de azulejos de padrão policromo maneiristas, apresentando uma faixa, do lado do Evangelho, junto ao retábulo-mor, hispano-árabes; retábulo-mor de transição do tardo-barroco para o neoclássico, com estrutura, tribuna e remate típicos do barroco, mas já com a pureza de elementos decorativos que pronunciam o estilo clássico. Os colaterais de talha policroma de marmoreados fingidos a verde e castanho com decoração fitomórfica a dourado são também de transição do tardo-barroco para o neoclássico. Pintura mural que reveste o arco triunfal, seiscentista, e capela-mor com cobertura em caixotões pintados com cenas representativas da via sacra.
Número IPA Antigo: PT011307310006
 
Registo visualizado 177 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

Categoria

Monumento

Descrição

Planta longitudinal composta por nave única, capela-mor mais baixa e estreita, sacristia adossada a S.; e torre sineira quadrangular adossada lateralmente a S., da fachada principal. Volumes articulados com coberturas em telhados de duas águas na nave e capela-mor e de três na sacristia, e em quatro na torre sineira. IGREJA com fachadas em aparelho de granito. Remates diferenciados, em empena na fachada principal e na posterior; em cornija, decorada com pequenas esferas salientes, suportada por cachorrada com alguns modilhões decorados nas fachadas laterais da nave, capela-mor; e torre sineira; e em cornija sob beiral na sacristia. Fachada principal orientada, terminada em empena com cruz latina, sob acrotério, no vértice. Apresenta portal principal enquadrado por quatro arquivoltas, em arco quebrado, com tímpano liso, assente em impostas decoradas com cabeça de bovídeos; assentes em quatro colunelos, de cada lado, de fuste liso e alternadamente prismático-hexagonais e cilíndricos, com capitéis decorados com palmetas e motivos vegetalistas. O friso que envolve a arquivolta exterior é formada por círculos relevados interligados, sob o aspecto de corda. Sob o portal, dupla fresta mainelada, enquadrado por três arquivoltas, em arco ligeiramente quebrado, com tímpano decorado com cruz vazada, sobre colunelos cilíndricos com capitéis decorados, os do lado esquerdo com motivos vegetalistas, os do lado direito com imagens de leões, monge e carranca. O friso que envolve a arquivolta exterior possui pequenas esferas salientes. Torre sineira, de três registos, separado por cornija, o último apresenta em cada uma das faces, balcão em granito suportado por dois cachorros, ventana em arco de volta perfeita, albergando sinos, tendo na face virada a O. relógio circular. O acesso é feito na parte posterior da torre, por porta estreita, precedida por escadas de granito. O registo superior possui uma porta ainda mais estreita, ligada por balcão com base rectangular sustentado por duas consolas, em cantaria e guarda em ferro, a uma porta idêntica que se abre na fachada S. da nave da igreja. Fachada lateral N. rasgada por porta e três frestas na nave, e uma fresta no pano da capela-mor, possuindo ainda um contraforte. Fachada lateral S., com três arcosólios, de volta perfeita, abrigando sepulturas medievais, e um portal, acedido por quatro degraus, enquadrado por duas arquivoltas, em arco quebrado, com tímpano liso, assente em impostas decoradas com cabeça de bovídeo e uma leoa; assentes em dois colunelos cilíndricos com capitéis decorados com palmetas, motivos vegetalistas e quadrúpedes, destacando-se o capitel interior, do lado direito, com a imagem de um peixe, o símbolo cristão primitivo ou o símbolo de Cristo e três frestas. O corpo da sacristia disposto perpendicularmente à fachada S., de dois registos, a fachada virada a O., possui no primeiro registo, porta de verga recta, janela pequena e fresta; ao nível do segundo registo, uma porta de verga recta precedida por de escadas de granito e duas janelas. INTERIOR da nave com paredes em granito, cobertura em madeira, e pavimento em lajes de granito e taburnos de madeira. Junto à parede fundeira, no lado do Evangelho, sobre uma base quadrangular, de cantaria, surge pia baptismal de cantaria com tampo de madeira recente. Coro-alto, assente em estrutura de madeira, sustentado por seis consolas de madeira pintada a marmoreados vermelhos, com guarda em balaústres de madeira pintado a azul, dourado, branco amarelo e verde, decorada com elementos fitomórficos vazados; prolongando-se nas paredes laterais com decoração idêntica, como dois balcões confrontantes interligados ao coro-alto. Na parede do lado do Evangelho, dispõem-se duas mísulas em talha policroma a branco e dourado que albergam imaginária; púlpito com base rectangular de cantaria com guarda plena de talha policroma a branco e dourado, protegido com guarda voz, escada de cantaria adossada à parede, com guarda em talha com decoração vazada; surge ainda do mesmo lado, retábulo inserido em nicho integrado em estrutura muraria, em arco de volta perfeita. Na parede do lado da Epístola, surge órgão de tubos, recente; e quatro mísulas em talha policroma a branco e dourado que albergam imaginária. Arco triunfal composto por duas arquivoltas de arco ligeiramente quebrado, rodeado de friso decorado com motivos idênticos ao portal principal e pequenas esferas, assente em colunas, com bases assentes em largos socos de granito, e capitéis decorados, o do lado do Evangelho ornado com duas sereias com as caudas entrelaçadas, o do lado da Epístola ornado com motivos fitomórficos; é encimado por fresta em capialço, e revestido integralmente por pintura mural. Retábulos colaterais idênticos, dispostos em ângulo, em talha policroma a marmoreados verde e castanho e dourado. O do lado do Evangelho dedicado à Nossa Senhora do Rosário e o do lado da Epístola dedicado a Nossa Senhora de Fátima. Capela-mor, de dois tramos, sobrelevada por três degraus em cantaria, apresenta silhar de granito e um outro de azulejos policromos a azul, amarelo e branco, junto ao retábulo-mor, do lado do Evangelho, aparecem vários azulejos hispano-árabes. Possui pavimento em lajes de granito e cobertura em abóbada de berço com esquadria formando caixotões, integralmente revestidos a pintura representando cenas da via sacra. Parede testeira integralmente revestida pelo retábulo-mor, de talha policroma a branco, cinzento e elementos decorativos marcados a dourado. De planta recta e três eixos, definidos por quatro colunas com capitel coríntio, fuste estriado, assentes em plintos paralelepipédicos decorados de motivos vegetalistas, sendo encimados por pequenas urnas. No eixo central, abre-se tribuna de arco de volta perfeita, rendilhado, rematado por cornija curva e motivos vegetalistas e concheados relevados que se desenvolvem para os eixos laterais, formando o remate. Interiormente apresenta uma tela com a representação do Santíssimo Sacramento, figurando dois anjos ajoelhados com as mãos postas em oração, surgindo ao centro sob uma mesa o Agnus Dei, e sob este a custódia do Santíssimo Sacramento; superiormente seis querubins enquadram um olho dentro de um triângulo. Nos eixos laterais surgem mísulas albergando imaginária, sendo encimadas por concheado. No banco, ao centro, surge um sacrário, sobrepujado pela imagem do Agnus Dei; e sotobanco que enquadra altar em forma de urna, com frontal decorado com motivos vegetalistas. No lado da Epístola, porta de verga recta, dá acesso à sacristia, rebocada e pintada de branco, tecto em madeira, e pavimento em tijoleira. Possui na parede S. arcaz de madeira recente e na parede E., lavabo em cantaria, com espaldar rectangular, com uma bica, terminado em friso e cornija recta. No piso inferior, mostra-se um pequeno espólio de objectos rurais antigos. CRUZEIRO sobre soco de planta quadrada, composto por quatro degraus escalonados, onde surge plinto paralelepipédico, que possui na face frontal a inscrição "VII CENTENÁRIO/DA FUNDAÇÃO/.../DE PORTUGAL/1940", sobre o qual assenta uma base de secção quadrada, mais pequena, a partir da qual se ergue cruz latina, de braços de secção quadrada, decorado frontalmente por segmentos rectos nervurados e pequenas esferas.

Acessos

Lugar da Igreja, acesso por um caminho camarário que parte da margem direita da EN 211 ao km 5.650 (a distância da estrada nacional ao monumento é de cerca 2 km)

Protecção

MN - Monumento Nacional, Decreto nº 14 425, DG, 1ª série, n.º 228 de 15 outubro 1927

Grau

1 – imóvel ou conjunto com valor excepcional, cujas características deverão ser integralmente preservadas. Incluem-se neste grupo, com excepções, os objectos edificados classificados como Monumento Nacional.

Enquadramento

Rural, isolado. Implantado num socalco, a uma cota inferior da estrada de acesso. Fronteiro à fachada principal desenvolve-se um longo adro calcetado, tendo centralmente um corredor em lajeado granítico, pontuado por algumas árvores. Está enquadrado a N. pelo cemitério antigo, a S. pelo cemitério novo e a E. pela Casa Paroquial. Na proximidade, do outro lado da estrada, surge coreto, fontanário e cruzeiro.

Descrição Complementar

ÓRGÃO: positivo de armário, encerrado numa caixa de madeira envernizada, sem qualquer decoração, rematado em friso e cornija; com estrutura em três nichos, o central proeminente e em meia cana com os flautados em disposição diatónica em tecto protegidos por gelosia de enrolamentos vegetalistas, e os laterais com disposição cromática em harpa, com gelosias de decoração mais exuberante do que o central; os tubos apresentam-se na sua cor natural. Possui teclado manual, em janela, tendo do lado esquerdo os botões dos 10 registos, e do lado direito um botão; PINTURA MURAL: no arco triunfal, percebe-se pela composição, que no lugar da fresta, existiria também pintura, possivelmente representava-se o calvário, ladeado pela imagem da Virgem e do São João Baptista, no lugar da fresta existiria a imagem de Cristo crucificado; as imagens estão enquadradas por elementos arquitectónicos e fitomórficos em tons avermelhados, acastanhados e acinzentados; tecto da capela-mor: oito caixotões pintados com algumas das cenas representativas da vida sacra, enquadradas por filete e motivos fitomórficos pintados a dourado; TALHA: nave, do lado do Evangelho, inserido em arco de volta perfeita, revestido a talha policroma a branco e dourado, enquadrado por pilastras estriadas que se prolongam em arquivolta com fecho central, assentes em predela decorada com flores e elementos vegetalistas, surge retábulo de talha policroma a branco com elementos decorativos a dourado, azul e vermelho, de planta recta e um só eixo definido por colunas com capitéis coríntios, fuste estriado com terço inferior marcado, ornado por motivos vegetalistas e querubins; no interior surgem dois painéis pintados, o superior representa a Santíssima Trindade, com o Espírito Santo, Deus e Cristo, ladeados pela Virgem e o São João Baptista; o central, quadrangular e envolvido por moldura dourada, com a representação de três anjos que tentam salvar as almas das chamas, o ático é constituído por uma arquivolta em arco quebrado, no seguimento das colunas e separada destas por fragmentos de entablamento; retábulos colaterais idênticos, em talha policroma a marmoreados fingidos a castanho e verde e elementos decorativos marcados a dourado, de planta recta e de um só eixo, definido por colunas com capitéis coríntios, fuste estriado com o terço inferior marcado e decorado por elementos vegetalistas e querubins, e assentes em consolas decorados com querubins. Suportam entablamento com friso ornado com elementos vegetalistas e querubins. Ático com tabela quadrangular, com tábua pintada, a do lado do Evangelho representando Cristo? e a do lado da Epístola, o Espírito Santo, circunscrita por quarteirões e aletas; é rematado por frontão interrompido desenvolvido sobre entablamento. No eixo central abre-se tribuna de arco contracurvado, com o interior pintado de elementos fitomórficos em duas tonalidades de azul e integrando imaginária sob peanha. Ao sotobanco adossa-se altar em forma de urna, com frontal decorado por laçarias e motivos fitomórficos a dourado.

Utilização Inicial

Religiosa: igreja paroquial

Utilização Actual

Religiosa: igreja paroquial

Propriedade

Privada: Igreja Católica (Diocese do Porto) (igreja)

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 13 / 14 / 19 / 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1118 - Fundação provável do mosteiro; séc. 13, meados - mosteiro beneditino masculino, segundo José Mattoso; provável construção da igreja; 1309 - 1320 - foi convertida em igreja paroquial; 1758, 20 maio - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco Tomás António de Noronha Meneses, é referido que a paróquia é dedicada a Santo André, que está no altar-mor, onde se encontra o sacrário e uma imagem de São Pedro; tem os altares de Nossa Senhora do Rosário, do Menino Jesus e das Almas e as Confrarias do Santíssimo, de Nossa Senhora do Rosário, do Menino Jesus e de Santa Catarina; o pároco é reitor apresentado pela Casa de Bragança e tem de rendimento 90$000; tem as capelas da Senhora do Penedo, situada num monte, sobre a igreja, a de São Miguel, no Monte do Calvário, a de São Sebastião, em Caniva, a da Senhora do Pilar, no lugar da Torre, a de São Paio, no lugar de Sampaio, todas pertencentes à freguesia; 1881 - ampliação da igreja, tendo-se aumentado a frontaria cerca de 10 metros para O.; construção da torre sineira, em substituição de um campanário de dupla sineira que existia na empena da fachada principal e redecoração da igreja, através do restauro e do douramento dos retábulos; alargamento do cemitério e da casa paroquial; 1940 - construção do cruzeiro, integrado no programa de comemoração do centenário da nacionalidade; 1947 - colocação do relógio na torre sineira pela Comissão Fabriqueira; 2006 - compra de órgão de tubos.

Características Particulares

Igreja de origem românica, muito alterada em finais do séc. 19, uma vez que houve um aumento de cerca de dez metros, no sentido longitudinal da nave. De grande simplicidade, concentra a sua decoração nos vãos exteriores da igreja, no portal principal, na fresta mainelada e na porta S., através dos capitéis. As fachadas laterais da nave possuem ainda várias consolas para sustentação de alpendres desaparecidos. Interiormente, possui o capitel do arco triunfal, do lado do Evangelho, com decoração interessante, duas sereias com as caudas entrelaçadas. Cruzeiro de grande simplicidade, onde predominam as linhas geométricas e pormenores decorativos elegantes.

Dados Técnicos

Estrutura mista.

Materiais

Estrutura em alvenaria de granito aparente, muros, molduras de vãos, colunas, frisos, cornijas, arcos, cruzes, capitéis, impostas, consolas, pia baptismal, pia de água benta, lavabo, plintos e outros elementos em granito; paredes pintadas e rebocadas a branco na sacristia; pavimento da nave em lajes de granito e taburnos de madeira, em lajeado de granito na capela-mor, e em revestimento cerâmico na sacristia; portas, tecto da nave, arcaz, caixilharias, guardas, balaústres e caixa de órgão em madeira; azulejos nas paredes da capela-mor; gradeamentos de janela em ferro; sinos em cobre; vidros simples e vitrais; cobertura em telha.

Bibliografia

ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de - «Geografia da Arquitectura Românica» in História da Arte em Portugal. Lisboa: 1986, vol. 3; ALMEIDA, José António Ferreira de - Tesouros Artísticos de Portugal. Lisboa: 1988; AZEVEDO, José Correia de - Inventário Artístico Ilustrado de Portugal. Lisboa: 1991; CAPELA, José Viriato, MATOS, Henrique e BORRALHEIRO, Rogério - As freguesias do Distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758 - Memórias, História e Património. Braga: Universidade do Minho, 2000; Guia de Portugal. Coimbra: 1985, vol. IV (I); LEAL, Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho - Portugal Antigo e Moderno. Diccionário Geographico, Estatistico, Chorographico, Heraldico, Archeologico, Historico, Biographico e Etymologico de todas as cidades, vilas e freguesias de Portugal. Lisboa: 1882, vol. 11; Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado. Lisboa, Instituto Português do Património Arquitetónico, 1993, vol. II; SOUSA, Bernardo Vasconcelos e Sousa (Dir.) - Ordens Religiosas em Portugal: das origens a Trento - Guia Histórico. Lisboa: 2005.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DREMN

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DREMN

Intervenção Realizada

DGEMN: 1947 - instalação do relógio na torre sineira; 1948 - substituição do pavimento de cantaria das sineiras da torre por uma placa de betão armado; 1965 - reparação ligeira das coberturas dos telhados; 1967 - obras de reconstrução do novo edifício da Residência Paroquial; 1968 - trabalhos de reparação do telhado da sacristia; 1969 - prosseguimento dos trabalhos: apeamento do telhado em mau estado da capela-mor e construção de nova armação, e impermeabilização da superfície exterior do enchimento de betão sobre a abóbada de cantaria da capela-mor, para o assentamento da telha, reparação parcial da cobertura da nave, levantamento do pavimento de madeira em mau estado da sacristia e colocação de tijoleira sob revestimento de laje de betão; 1971 - reparação geral da cobertura do telhado da nave; 1972 - reconstrução da cobertura da nave e reparação dos estragos do último temporal: apeamento das telhas em mau estado e arranque do ripado de madeira do telhado sobre o coro da nave, arranjo de nova estrutura do telhado da nave, colocação de barrotes e forro do tecto, em madeira, execução de caleira e modo de escoamento de águas pluviais, pela torre sineira, limpeza da cantaria exterior; 1976 - reconstrução parcial da cobertura da nave; 1977 - decapagem do reboco das paredes e da pintura do tecto; 1979 - elaboração do projecto de instalação eléctrica; 1991 - beneficiação das coberturas (da capela-mor); 1997 - tratamento de vedações e conservação de coberturas; 1998 - projecto de iluminação; 2000 - diagnóstico do estado de conservação das madeiras estruturais do coro, foi possível detectar que as madeiras dos barrotes do coro alto e dos apainelados do retábulo-mor apresentam vestígios de ataques de térmitas.

Observações

Apesar das motivações que levaram a Fábrica da igreja e a população a contribuir para a aquisição do órgão de tubos, considera-se que a sua instalação no espaço da igreja é desadequada pela sua volumetria, deveria ser instalado em outro espaço cultural de uso da paróquia.

Autor e Data

Isabel Sereno 1994 / Sónia Basto 2007

Actualização

Paula Noé 1997
 
 
 
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