Conjunto dos núcleos de arte rupestre do Vale do Côa

IPA.00005927
Portugal, Guarda, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de Foz Côa
 
Arte rupestre paleolítica de ar livre. Conjunto de três núcleos de gravuras incisas ou picotadas, abradidas ou não, podendo combinar as várias técnicas, de motivos zoomórficos naturalistas e de alguns raros motivos geométricos e abstractos, escalonando-se entre o Gravettense final - Solutrense inicial e o Magdalenense final, bem como arte rupestre epipaleolítica, com gravuras picotadas de motivos zoomórficos semi-naturalistas, neolítica, de pinturas de motivos zoomórficos semi-naturalistas e antropomórficos semi-esquemnticos e motivos geométricos e abstractos, calcolítica, época em que surge pintura e gravura de motivos antropomórficos esquemáticos, proto-histórica com gravuras picotadas de antropomorfos semi-esquemáticos com convencionalismos da Idade do Bronze e gravuras incisas de antropomorfos e zoomorfos semi-esquemáticos, armas e sinais. Aparece, finalmente, arte rupestre moderna e contemporânea, com gravuras incisas e picotadas de motivos diversificados (religiosos, zoomorfos, inscrições e figuração de cenas).
Número IPA Antigo: PT010914170042
 
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Registo

Categoria

Sítio

Descrição

Conjunto de 23 sítios com arte rupestre distribuindo-se 10 na margem esquerda e 8 na margem direita nos últimos 17 Km, do rio Côa, e 5 nas ribeiras tributárias à esquerda do rio Douro, junto à embocadura do Côa, constituindo três núcleos diferenciados, separados por espaços vazios: a mancha da Faia, a da Quinta da Barca, a da Penascosa, junto à foz da Ribeira de Piscos, numa área de 20 mil ha.. Dos 23 sítios arqueológicos existentes 14 encontram-se classificados: Faia (Vale Afonsinho, v. PT020904140021), Faia (Cidadelhe, v. PT020910070024), Ribeirinha (v. PT010914010023), Broeira (v. PT010914020024), Fonte Frieira (v. PT010914020025), Meijapão (v. PT010914020026), Penascosa (v. PT010914020027), Vale de Namorados (v. PT010914020028), Quinta da Barca (v. PT010914040029), Quinta do Fariseu (v. PT010914100030), Ribeira dos Piscos (v. PT010914100032), Canada do Inferno e Rego da Vide (v. PT010914170034), Vale Figueira - Teixugo (v. PT010914170035) e Vale de Moinhos (v. PT010914170036); 9 sítios estão em processo de classificação: Vale de Videiro (v. PT010914170040), Vale de José Esteves (v. PT010914170041), Vermelhosa (v. PT010914170038), Vale de Cabrões (v. PT010914170039), Alto da Bulha (v. PT010914170047), Vale de Forno (v. PT010914170045), Moinhos de Cima (v. PT010914170046), Canada da Moreira (v. PT010914020044), Vale da Casa (v. PT010914170037). São constituídos por motivos gravados, incisos ou picotados - abradidos ou não - ou combinando as várias técnicas, raramente pintados, tendo sido utilizadas como painéis, as superfícies verticais dos afloramentos de xisto que constituem o substrato rochoso no troço N. do rio Côa e na margem esquerda do Douro, cujo relevo é frequentemente aproveitado para a constituição das figuras delineadas; algumas das figuras são de grandes dimensões, revelando a necessidade da montagem de andaimes para a sua realização, contrastando com outras de tamanho ínfimo. A arte do núcleo situado mais a montante no Côa, a Faia, ocupa os painéis verticais dos afloramentos que aqui são já graníticos. São dois os grupos artísticos com excepcional relevância, atendendo à cronologia, quantidade e qualidade da arte, existindo motivos gravados e pintados desde o Epipaleolítico à Idade do Bronze. Estão inventariadas 230 rochas com gravuras destes períodos (CNART, 1999). Ao período mais arcaico da arte do Côa correspondem 137 rochas com cerca de mil gravuras e raras pinturas, representando figuras zoomórficas naturalistas essencialmente de quatro tipos: equídeos (cavalos), bovídeos (auroques), capríneos e cervídeos (sobretudo veados e gravados geralmente na última fase deste período, o Magdalenense). Há ainda representações de peixes, de alguns animais indeterminados, bem como um pequeno conjunto de gravuras geométricas e abstractas representando feixes de traços, linhas meândricas, ou os designados cometas, interpretados como sinais (Penascosa, Canada do Inferno). Existe uma única figuração antropomórfica, fálica, atribuível ao período Magdalenense (Ribeira de Piscos). Os motivos aparecem isoladamente associados, ocupando uma área limitada do painel e muitas vezes sobrepondo-se, criando uma rica estratigrafia figurativa. Trata-se em todos os casos de gravuras, registando-se apenas pintura na Faia, onde alguns traços gravados foram sobrepostos por pintura e alguns pormenores pintados, como a figuração das narinas e boca acrescentadas. O conjunto, mal representado, de gravuras de morfologia epipaleolítica e neolítica, integra zoomorfos semi-naturalistas gravados ou pintados, nomeadamente bovídeos e cervídeos (Vale Cabrões e Faia). Um conjunto de motivos antropomórficos semi-esquemáticos e esquemáticos, pintados a vermelho ou preto ou gravados, apresentam os convencionalismos próprios do Neolítico ou Calcolítico (Faia e Vale dos Namorados, este com antropomorfos esquemáticos com capacetes em forma de lira atribuíveis ao Calcolítico). À Idade do Ferro corresponde um grande número de núcleos concentrados junto à foz do Côa, nos vales das pequenas ribeiras tributárias do Douro, com motivos gravados: antropomorfos e zoomorfos semi-esquemáticos - equídeos mas também alguns cães, veados e pássaros acompanhados de armas - falcatas, espadas, lanças e escudos - e sinais. São guerreiros armados, representados em cenas de caça ou de luta. Também estas gravuras foram sobrepostas permitindo uma fina estratigrafia figurativa (BAPTISTA, 1999; CNART, 1999). O último momento significativo da arte do Côa, datando da Idade Moderna e Contemporânea, integra motivos religiosos, figuras antropomórficas e zoomórficas, inscrições e datas e representações mais diversificadas da fase que fecha este momento, sejam barcos, comboios, pontes, aviões e figuração de cenas (CNART, 1999).

Acessos

EN 102 (V.N. de Foz Côa - Celorico da Beira) desvio para Muxagata; EN 222 (V. N. de Foz Côa - Figueira de Castelo Rodrigo) desvio para Castelo Melhor

Protecção

MN - Monumento Nacional, Decreto nº 32/97, DR, 1ª série - B, n.º 150 de 2 de julho de 1997; Decreto n.º 6/2013, DR, 1.ª série, n.º 86 de 6 de maio 2013 *1 / Património Mundial - UNESCO 1998

Grau

0 – imóvel ou conjunto com valor de património mundial.

Enquadramento

O baixo vale do Côa, onde corre o rio no sentido S. - N., à cota de 130 m., e afectado apenas no último troço pela albufeira da barragem do Pocinho, constitui uma paisagem invulgarmente harmoniosa. O curso de água é enquadrado por colinas de relevo suave e ondulado, orladas de raros bosques ribeirinhos, de extensos vinhedos, olivais e amendoais crescendo em antigos socalcos ou galgando as novas áreas surribadas, e de matos que ocupam as mais elevadas cotas. No limite montante dos 17 Km. que desde a embocadura conservam inúmeras rochas insculturadas, o ambiente é já diferente, o granito toma o lugar dos afloramentos xistosos, as margens fazem-se mais escarpadas e as aldeias que pontuam o espaço, tenazmente concentradas, tomam um tom cinzento que contrasta com os castanhos e ocres dos aglomerados setentrionais.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Cultual

Utilização Actual

Marco histórico-cultural

Propriedade

Privada: pessoa singular

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Pré-História / Proto-História / Período Moderno / Período Contemporâneo

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTOS: Tiago Pimentel e Camilo Rebelo (séc. 21). CONSTRUTORA: Monte Adriano (Séc. 21). MOLEIROS: António Seixas - autor de vários motivos gravados (séc.20, Canada do Inferno); Alcino Tomé - autor de vários motivos gravados (séc.20, Rego da Vide).

Cronologia

c. 22 000 BP a 20 000 BP, Gravettense final - Solutrense inicial - período de gravação dos primeiros motivos, essencialmente zoomórficos naturalistas; c. 20 000 BP a 18 000 BP, Solutrense - período de gravação de muitos motivos, essencialmente zoomórficos naturalistas, designadamente os cavalos com o focinho estrangulado em forma de bico de pato; c. 16 000 a 10 000 BP, Magdalenense - período de gravação dos últimos motivos de estilo Paleolítico, sendo um antropomorfo e essencialmente zoomorfos naturalistas, designadamente os cavalos com a característica marcação da crina, os auroques com a boca e narinas assinaladas e a maioria dos cervídeos; Epipaleolítico - período de gravação de raros motivos zoomórficos semi-naturalistas; Neolítico - período de pintura de motivos antropomórficos semi-esquemáticos, zoomorfos semi-naturalistas, motivos geométricos e abstractos; Calcolítico - período de pintura e gravação de motivos antropomórficos esquemáticos; Idade do Bronze - período de gravação de alguns antropomorfos picotados semi-esquemáticos; séc. 5 a.C. / 1 a.C. - período de gravação de motivos representando antropomorfos e zoomorfos semi-esquemáticos, armas e sinais; séc. 17/ 20 - período de gravação de motivos na sua maioria picotados e raros incisos, de inspiração religiosa, figurações antropomórficas e zoomórficas, inscrições e datas e representações diversificadas correspondendo à última fase, sejam barcos, comboios, pontes, aviões e representação de cenas variadas, onde se distinguem alguns gravadores, como António Seixas e Alcino Tomé (BAPTISTA, 1999; CNART, 1999); séc. 20 - a construção da barragem do Pocinho provoca a imersão de várias rochas com gravuras; séc. 20, década de 90 - trabalhos de prospecção revelam um conjunto importante de sítios de ocupações paleolíticos, neolíticos e calcolíticos no baixo vale do Côa (António Faustino de Carvalho); António Martinho Baptista considera as gravuras da Idade do Ferro corresponderem a um dos povos celtiberos - Medobrigenais ou Zoilos; alguns povoados identificados, deste período, encontram-se ainda sem intervenção arqueológica (CANRT,1999); 1995 - plano de construção da barragem e início das obras; Novembro - o projecto foi abandonado em definitivo; séc. 20, 2.ª metade da década de 90 - colocação de sinalização e estabelecida guardaria pelo Parque Arqueológico; em desenvolvimento, com o CNART, um projecto de monitorização e conservação dos painéis gravados; 1996, Agosto - abertura do Parque Arqueológico, sem base legal; 2003 - inicia-se o estudo da possibilidade de introduzir no Parque a espécie de cavalos mais próxima das existentes no Paleolítico, a espécie "Prewzalski"; 2004, Maio - lançamento de um concurso pela Ordem de Arquitectos Portugueses para o projecto do Museu do Côa, ganho pelos arquitectos Tiago Pimentel e Camilo Rebelo; 2005, 19 Setembro - início das escavações no lugar do Fariseu; Outubro - finalização de escavações no sítio do Fariseu, dirigidas por Thierry Aubry, onde foram detectadas algumas placas de xisto gravadas, com 10x20 cm., datáveis do Paleolítico; 2006 - abertura do concurso de candidaturas a empresas para construir o Museu; 2007, 26 Janeiro - início da construção do Museu do Côa, com lançamento da primeira pedra, pela Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, estando as obras a cargo da Monte Adriano; 29 março - o imóvel é afeto ao IGESPAR, pelo Decreto-lei nº 96/2007, DR, 1.ª série, n.º 63; 2010, 15 novembro - Proposta da DRCNorte para redefinição de alguns núcleos classificados, clarificação dos limites de outros e ampliação da classificação, passando a abranger os oito núcleos em vias de classificação; 2012, 26 setembro - publicação do projeto de decisão relativo à alteração da classificação do conjunto dos Sítios Arqueológicos em Anúncio n.º 1347/2012, DR, 2.ª série, n.º 187.

Características Particulares

No contexto da arte paleolítica mundial é uma das raras estações com arte paleolítica de ar livre, sendo o único núcleo peninsular conhecido que se afasta da espinha do Douro, não constituindo um mero apêndice desse, mas tendo características próprias que o individualizam; uma das mais notáveis é a sobreposição dos motivos, habitualmente na parte superior dos painéis. Outro traço particular é a animação das figuras com aposição de várias cabeças sendo por vezes reutilizadas figuras de períodos anteriores, às quais desta forma se confere movimento, normalmente o movimento descendente nos cavalos e auroques, através de uma torção do pescoço. Na Ribeira de Piscos gravou-se o único antropomorfo conhecido em Portugal datável do Paleolítico, com características que obedecem aos cânones das representações humanas atribuíveis a este período (designadamente em placas da gruta de La Marche, França), dotado de traços caricaturais e menos naturalistas que as representações zoomórficas. Os antropomorfos atribuíveis à Idade do Ferro são de uma tipologia sem paralelo na arte rupestre peninsular deste período. Os cavalos que acompanham estes guerreiros armados apresentam um estilo muito semelhante ao dos inúmeros cavalos Ibéricos que surgem pintados nas cerâmicas coevas do mediterrâneo peninsular. Destaca-se ainda a associação entre as gravuras e uma inscrição em caracteres ibéricos (BAPTISTA, 1983; BAPTISTA, 1999).

Dados Técnicos

Gravuras obtidas por incisão (obtidas por um simples traço ou por traço múltiplo, sendo esta a técnica mais característica do período que medeia entre o Solutrense final e o Magdalenense inicial), picotagem (habitualmente indirectos, o que confere maior qualidade às gravações dos motivos que por vezes são previamente definidos por uma fina incisão) ou abrasão, raspagem da superfície ou por combinação das várias técnicas; pinturas.

Materiais

Xisto; granito; tinta (ocre e preta).

Bibliografia

REBANDA, Nelson, Os trabalhos arqueológicos e o complexo de arte rupestre do Côa, Lisboa, [1995]; BAPTISTA, António Martinho e GOMES, Mário Varela, Arte rupestre do vale do Côa. Canada do Inferno. Primeiras impressões, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, 35(4), Porto, 1995, p.349-385; BAPTISTA, António Martinho e GOMES, Mário Varela, Arte rupestre do vale do Côa. (Fichas interpretativas Canada do Inferno e Penascosa), Lisboa, 1996; CARVALHO, António Faustino de; ZILHÃO, João; AUBRY, Thierry, Vale do Côa. Arte Rupestre e Pré-História, Lisboa, 1996; ZILHÃO João (Coord.), Arte rupestre e pré-história do vale do Côa. Trabalhos de 1995-1996, Lisboa, 1997; BAPTISTA, António Martinho, Arte rupestre do vale do Côa. (Fichas interpretativas Canada do Inferno, Penascosa e Piscos), Lisboa, [1998]; BAPTISTA, António Martinho, A Arte dos caçadores paleolíticos do vale do Côa, Vila Nova de Foz Côa, 1999; CNART (Centro Nacional de Arte Rupestre), Inventário da arte rupestre do Vale do Côa, 1999 (informatizado, não publicado); Descoberto novo núcleo de pinturas rupestres em Foz Côa, in O Primeiro de Janeiro, 15 Outubro 2005; Arte Rupestre Móvel no Côa, in Jornal de Notícias, 16 Outubro 2005; AMARAL, Deus, A polémica do Fariseu, in Nova Guarda, 19 Outubro 2005; Descoberto maior conjunto móvel do Paleolítico, in Terras da Beira, 20 Outubro 2005; Maior conjunto de arte móvel do Paleolítico no Vale do Côa, in O Interior, 20 Outubro 2005; Vale do Côa - descoberto conjunto de arte do Paleolítico, in Jornal do Fundão, 21 Outubro 2005; Parque Arqueológico do Vale do Côa vai finalmente ser criado, in Público, 26 Dezembro 2005; GONÇALVES, Elisabete, Foz Côa - Parque Arqueológico criado em 2006, in Terras da Beira, 29 Dezembro 2005; Parque Arqueológico do Vale do Côa para breve, in O Interior, 29 Dezembro 2005; SANCHEZ, Paula, Vale do Côa com dez anos de estagnação, in Diário de Notícias, 02 Janeiro 2006; Museu do Côa tem de ficar concluído antes de 2008, in Notícias da Covilhã, 06 Janeiro 2006; MONTEIRO, Fátima, Cavalo Prewzalski semelhante aos modelos gravados no Vale do Côa, in Nova Guarda, 11 Janeiro 2006; Museu do Côa pronto em 2008, in Expresso, 04 Março 2006; Museu abre em final de 2008, in O Primeiro de Janeiro, 15 Março 2006; Museu do Côa: a grande pedra entre uma paisagem intocada, in Diário de Notícias, 16 Março 2006; Museu prometido há quase huma década, abre no final de 2008, in Jornal do Fundão, 16 Março 2006; Gravuras indiciam que houve uma escola de arte rupestre, in Diário de Notícias, 18 Março 2006; Parque do Côa ainda não é zona protegida, in Expresso, 18 Março 2006; Espanhóis a postos de tirar partido de Foz Côa, in Ecos da Marofa, 10 Maio 2006; Foz Côa nunca existiu, in Expresso, 05 Agosto 2006; Vale do Côa 10 anos de património arqueológico, in Nova Guarda, 09 Agosto 2006; Foz Côa - Parque Arqueológico, 10 anos depois, atrai pouca gente, in Notícias da Covilhã, 17 Agosto 2006; GONÇALVES, Maria Eduarda, Foz Côa: um debate interminável, in Diário Económico, 20 Setembro 2006; Museu do Côa pode ser uma realidade a curto prazo, in Nova Guarda, 11 Outubro 2006; CORDEIRO, Ricardo, Gravuras do Côa bem abrigadas, in Expresso, 14 Outubro 2006; Museu de Arte e Arqueologia começou a ser construído, in Notícias da Manhã, 10 Janeiro 2007; CRISTINO, Pedro, Obras arrancam em Vale do Côa, in Construir, 26 Janeiro 2007; Primeira pedra lançada hoje, in Jornal de Notícias, 26 Janeiro 2007.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID; CNART

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID; CNART; Imagens gentilmente cedidas pelo Centro Nacional de Arte Rupestre

Documentação Administrativa

IPPAR; CNART

Intervenção Realizada

IPPAR: 2001 - obras de remodelação e intalação dos edifícios que funcionam como Centros de Recepção, em Castelo Melhor, Muxagata e Vila Nova de Foz Côa.

Observações

*1 - O Decreto n.º 6/2013 alargou a classificação a mais 8 núcleos (núcleo da Canada da Moreira, Vermelhosa, Foz do Côa, Vale de Cabrões, Vale de José Esteves, Alto da Bulha, Canada do Amendoal e vale do Forno. *2- os terrenos são pertença de diversos proprietários, encontrando-se o Parque Arqueológico Vale do Côa em processo negocial em ordem à sua aquisição. *2 - Para obstar a esta situação, o PAVC em colaboração com o CNART e recorrendo a instituições e técnicos acreditados, desenvolve um projecto de monitorização e conservação dos painéis gravados.

Autor e Data

Alexandra Cerveira 1999

Actualização

 
 
 
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