Categoria
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| Monumento |
Descrição
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| Arco de volta perfeita com grandes aduelas, impostas molduradas e pés direitos formados por grandes blocos de cantaria aparelhada; com uma moldura boleada superior, tem esculpida no vértice uma máscara humana. |
Acessos
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| Rua D. Dinis |
Protecção
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| MN - Monumento Nacional, Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136 de 23 junho 1910 / ZEP, Portaria, DG, 2.ª série, n.º 71 de 25 março 1955 |
Grau
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| 1 – imóvel ou conjunto com valor excepcional, cujas características deverão ser integralmente preservadas. Incluem-se neste grupo, com excepções, os objectos edificados classificados como Monumento Nacional. |
Enquadramento
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| Urbano, topo de outeiro, adossado. Encosta-se a uma das torres que flanqueia a muralha do Castelo (v. PT040205130003) e a um troço da muralha que envolvia a povoação, dando acesso à barbacã que rodeia a torre de menagem, do seu lado O. Sob o arco passa ainda um troço de calçada romana de grandes lajes. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Militar: muralha |
Utilização Actual
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| Turística |
Propriedade
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| Pública: estatal |
Afectação
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| Câmara Municipal de Beja, autos de 20 Dezembro 1939 e 20 Dezembro 1945 |
Época Construção
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| Séc. 2 / 3 (conjectural) / 4 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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Cronologia
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| Séc. 3 / 4, inícios - construção provável do circuito muralhado de "Pax Julia" (ALARCÃO, 1986), de que fazia parte o arco conhecido como "porta de Évora", integrado no plano geral de construção de muralhas nas províncias romanas; séc. 16, 1º terço - construção de uma segunda porta mais larga (entre a porta romana, que desaparece, e o Hospital da Misericórdia), destruída em 1893, por dificultar o trânsito; 1938 - reconstrução do arco com os destroços entaipados em quintais e moradias. |
Características Particulares
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| O arco tinha ainda como decoração nos cunhais do arco 3 águias de pedra, uma em baixo relevo, as restantes em alto relevo; hoje guardam-se no Museu da Cidade (ESPANCA, 1993). |
Dados Técnicos
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Materiais
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| Cantaria de granito |
Bibliografia
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| ALARCÃO, Jorge, Arquitectura romana in História da Arte em Portugal, vol. 1, Lisboa, 1986; CANELAS, Carlos, Beja e as suas fortificações, Arquivo de Beja, Beja, 1966 / 1967; DGEMN, Castelo de Beja, Boletim nº 77 da DGEMN, Lisboa, 1954; ESPANCA, Túlio, Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Beja, Lisboa, 1993; MESTRE, Joaquim Ferreira, Beja - olhares sobre a cidade, Beja, 1991. |
Documentação Gráfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Administrativa
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Intervenção Realizada
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| DGEMN: 1938 - reconstrução, durante as obras de restauro do castelo. |
Observações
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| *1 - Desse circuito resta, além do arco da porta de Évora, o arco da porta de Aviz; a porta de Mértola e a de Aljustrel mantiveram-se até ao séc. 19. Nestas portas terminavam as vias romanas que ligavam a cidade a Évora e a Faro. |
Autor e Data
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| Isabel Mendonça 1993 |
Actualização
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