Jardim do Hotel Termal das Caldas da Saúde /Jardim do Instituto Nuno'Alvares / Jardim do Instituto Nuno Álvares

IPA.00021739
Portugal, Porto, Santo Tirso, União das freguesias de Areias, Sequeiró, Lama e Palmeira
 
Arquitectura educativa.
Número IPA Antigo: PT011314040041
 
Registo visualizado 223 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Espaço verde  Jardim        

Descrição

Junto à fachada principal do edifício existem dois canteiros de formato aproximadamente quadrangular, dispostos simétricamente em relação à entrada principal. Em frente, a cerca de seis metros de distância, existem mais quatro canteiros de dimensões inferiores aos primeiros, situados junto à vedação desta instituição. Estes canteiros quebram a predominância do desenho rectilíneo do edifício e conferem dignidade à fachada. Nestes espaços verdes encontram-se plantadas àrvores de pequeno/médio porte, das espécies Lagerstroemia indica, Magnólia yulan e Camellia s.p.p. Existem ainda arbustos como Rhododendron s.p.p. e Azalea s.p.p. O solo apresenta-se revestido por gravilha, por questões de manutenção.

Acessos

Caldas da Saúde

Protecção

Inexistente

Grau

4 – imóvel ou conjunto caracterizado por outro(s) valor(es) que não o cultural ou patrimonial, sendo o seu levantamento fruto de compromissos institucionais.

Enquadramento

Urbano, na proximidade das Termas das Caldas da Saúde.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Recreativa: jardim

Utilização Actual

Recreativa: jardim

Propriedade

Privada: Igreja Católica

Afectação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Arquitecto: Fernando Távora (projecto de reconstrução); Arquitecto Paisagista: Francisco Caldeira Cabral

Cronologia

1932 - O Instituto Nun'Alvres instala-se no Hotel das Caldas da Saúde, que se localizava no mesmo local que o actual pavilhão central, funcionando em regime de internato; o edifício apresentava três pisos; 1930 / 1940 - grandes obras de remodelação do edifício, ficando com mais um piso, acrescido de um grande torreão central e dois torreões menores laterais, rematados por ameias; 1952, Setembro - grande incêndio, destruíndo grande parte do edifício; 1957 - projecto de enquadramento paisagistico da fachada principal do colégio, pelo arquitecto paisagista Francisco Caldeira Cabral; 1970 - o colégio passa a ter frequência mista; 1973 - passa a atender à população escolar das doze freguesias vizinhas; 1975 - inauguração da Escola Infantil; 1979 - abertura do Centro de Cultura Musical das Caldas da Saúde, escola de música com alvará próprio; 1981 - fim do regime de internato do colégio; 1983 - inicio dos cursos técnico profissionais; 1989 - criação da OFICINA - Escola Profissional do Instituto Nun'Alvres e da ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave (de que é co-promotor a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão).

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

CARVALHAES, Padre José, 80 Anos na Educação, 1912 - 1992, Instituto Nun'Alvres, Caldas da Saúde, 1992; GONZALEZ, Gines Lopez, La Guia de incafo de los Arboles y arbustos de la Península Ibérica, Madrid, 1994; CAIXINHAS, Maria Lisete, Flora da Estufa Fria de Lisboa; Lisboa, 1994; CABRAL, Francisco Caldeira, TELLES, Gonçalo Ribeiro, A Árvore em Portugal, Lisboa, 1999; CARVALHAES, Padre José, Arte no Instituto Nun'Alvres, Colégio das Caldinhas, Caldas da Saúde, 1999; ANDERSEN, Teresa, Francisco Caldeira Cabral, Reino Unido, 2001; ANDERSEN, Teresa, Do Estádio Nacional ao Jardim Gulbenkian - Francisco Caldeira Cabral e a primeira geração de Arquitectos Paisagistas (1940-1970), Lisboa, 2003.

Documentação Gráfica

IHRU: Arquivo Pessoal Francisco Caldeira Cabral

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

IHRU: Arquivo Pessoal Francisco Caldeira Cabral

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO. Inicialmente, os canteiros eram revestidos por uma série de herbáceas dos géneros: Iris, Gerbera, Cerastium, Viola, Lilium, Agapanthus e Cerastium, entre outros. Posteriormente, por questões de manutenção, no seu lugar foram plantadas azáleas e o solo revestido por gravilha, já que era frequentemente sujeito ao pisoteio indevido dos alunos desta instituição.

Autor e Data

Patrícia Costa e Teresa Camara 2004

Actualização

 
 
 
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