Palácio Monte Real / Centro Social da Sé

IPA.00023834
Portugal, Lisboa, Lisboa, Santa Maria Maior
 
Arquitectura residencial, pombalina, neoclássica e revivalista. Palácio de planta em L, integrado nos planos de reconstrução da zona da Baixa, de estrutura em gaiola, de três pisos e águas-furtadas. Fachada principal seguindo o esquema de uniformidade e simplificação arquitectónica, devido à necessidade de construir rapidamente, rasgada por vãos de verga recta a ritmo regular, os do segundo piso, o nobre, com janelas de sacada, e as restantes de peitoril, todas com molduras de cantaria que, nos dois pisos superiores, se prolongam inferiormente formando falsos brincos; é rematada em cornija e platibanda, em gradeamento de ferro trabalhado e acrotérios, e fogaréus a coroar as pilastras colossais dos ângulos. Fachadas viradas ao logradouro rasgadas por vãos rectilíneos sobrepostos, com molduras simples, e com sacadas em jogos alternados. Cobertura com clarabóia decorada. No interior, vestíbulo rectangular central, com arcada tripla, em arco de volta perfeita, com chave relevada, seguido da caixa das escadas, em caracol ovalado, com zona de tecto em caixotões, de mármore, com florão central, e um corredor longitudinal. As várias salas do piso térreo, do nobre e outros são decorados com trabalhos de estuque, de decoração fitomórfica, e pinturas murais neoclássicos e revivalistas, de carácter clássico e neorococó.
Número IPA Antigo: PT031106521146
 
Registo visualizado 3710 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Residencial unifamiliar  Casa  Palacete  

Descrição

Planta em L, com a fachada mais extensa voltada a NO., para a Cç. do Correio Velho. Massa disposta na vertical, de volumes articulados, com coberturas em telhados de três e quatro águas, com águas-furtada e duas clarabóias a SE.. Implantando-se em terreno com acentuado declive, forma cinco pisos, o inferior parcialmente abaixo do nível do solo e o último correspondendo à mansarda; apresenta as fachadas rebocadas e pintadas a amarelo, percorridas por embasamento, com pilastras toscanas de ordem colossal nos cunhais, rasgadas por vãos rectilíneos, com molduras em cantaria, e terminadas em cornija, moldurada, encimada por platibanda plena com grade em ferro trabalhado, com motivos fitomórficos, ritmada por acrotérios circulares, e, nos ângulos do edifício, no alinhamento dos cunhais, urnas em pedra calcária. Fachada principal voltada a NE., acompanhando o desnível do terreno, no sentido SE. / NO., tendo o primeiro piso rasgado por três portais de verga abatida, o da direita acedido por quatro degraus, intercaladas por duas janelas de peitoril altas, com grade em ferro trabalhado; no segundo piso, separado do anterior por friso de cantaria, e possuindo inferiormente ainda um outro, mais alto, abrem-se cinco janelas de peitoril, encimadas por friso e cornija recta e possuindo guardas em gradeamento de ferro; no terceiro, sobrepõem-se janelas de peitoril, em igual número e com esquema semelhante, mas possuindo as molduras inferiormente formando falsos brincos. O último piso, mais recuado, apresenta duas trapeiras. A fachada lateral direita, voltada a NO., apresenta um esquema semelhante, mas devido ao maior declive, no sentido NE. / SO., apresenta um piso inferior rasgado por uma janela pequena, dois portais centrais, um em arco abatido e outro de verga recta, e três janelas, de dimensão regular; os pisos superiores são rasgados por oito vãos, sobrepostos, os do segundo de peitoril, gradeados e com molduras inferiores a formarem falsos brincos e os outros iguais aos da fachada principal; o último piso, tem cinco águas-furtadas. A fachada lateral esquerda, voltada a SE., abre para o jardim, tendo três pisos rasgados por quatro janelas, e o último piso com uma água-furtada. Fachada posterior voltada a SO., com dois corpos voltados para o jardim, de um pano e quatro pisos; o corpo da esquerda, mais avançado, tem o piso inferior rasgado por porta envidraçada, ladeada por duas janelas, tendo ao centro alpendre de planta quadrada, em cantaria, com pilastras toscanas nos cunhais e com três arcos de volta perfeita, terminado em friso e cornija, encimado por grade em ferro e coberto por terraço; o segundo piso é rasgado por porta envidraçada que abre para o terraço, ladeada por duas janelas de sacada com grade em ferro, assentes sobre mísulas de cantaria; no terceiro piso, rasgam-se três janelas, a central de sacada, com guarda de ferro, e, no último, uma água-furtada, terminada em frontão curvo. O corpo da direita tem no piso inferior, do lado esquerdo, uma janela de peitoril com grade em ferro, e, da direita, corpo avançado, em cantaria, adossando-se também ao edifício vizinho, com pilastras nos cunhais, dois arcos de volta perfeita, fechados por portas envidraçadas, com bandeira, sendo rematado por friso e cornija, encimada por grade em ferro e coberto por terraço; o segundo piso é rasgado por janela, à esquerda, e porta envidraçada de acesso a terraço, do lado oposto e o terceiro por duas janelas de peitoril; no último piso, surge uma água-furtada. INTERIOR: piso térreo composto por um eixo central, composto pela zona da escadaria e corredor longitudinal, em torno do qual se distribuem as dependências, no sentido NE. / SO., a partir do vestíbulo. Este tem planta rectangular, com pavimento em mármore, preto e branco, formando enxaquetado, de tecto plano, em estuque branco, decorado com medalhão central e frisos envolventes, com flores e elementos vegetalistas, tendo embasamento e vãos com molduras em cantaria; lateralmente, abrem-se portas de verga recta, de acesso, respectivamente, a uma sala e a uma dispensa. Na parede testeira, a SO., abrem-se três arcos de volta perfeita, de fecho fitomórfico saliente, assentes em pilastras, com portas, as duas da esquerda de acesso à escadaria principal, e a da direita, a uma sala. A NO. / SO., surgem duas salas, de planta rectangular, intercomunicantes, formando um L, com decoração idêntica, em que as paredes são revestidas a painéis de madeira pintados de branco, decorados com liras, bustos e cisnes, enquadrados por coroas de louros, e outros motivos vegetalistas relevados, em dourado, e espelhos; tecto plano em estuque branco, com elementos decorativos idênticos aos das paredes num friso. A sala a NO., tem na parede NE., porta para o exterior, e a NO. duas janelas, um arco de volta abatida, em mármore, entaipado, e uma porta de ligação a outra sala a SO., esta com uma janela na parede NO e duas portas na parede NE. *1. A zona da escadaria é também pavimentada a mármore, preto e branco, e tem, sobre mísulas volutadas, tecto plano, em mármore, formando caixotões com florão ao centro; à esquerda, dispõem-se a escada de serviço e a cozinha, e a NO. as instalações sanitárias a NO.. A escadaria principal é em caracol ovalado, de madeira, antecedida de dois degraus em mármore, com guarda de madeira trabalhada, formando quadrados com quadrifólio no interior, e arranque em colunelo galbado em mármore; na parede da caixa das escadas, rasgam-se duas janelas sobrepostas, com molduras em madeira, de três folhas separadas por colunelos com capitéis coríntios e vidros com desenhos vegetalistas a branco; ao nível do último piso, existe pintura mural com cruzes. A escadaria tem cobertura em clarabóia, em forma de arco de volta perfeita, com grade em ferro trabalhado. O corredor, adaptado a refeitório, tem na parede lateral SE., duas portas de acesso à dispensa e ao jardim, e duas janelas; a NO., abre para três salas, intercomunicantes, um gabinetes e duas salas de refeições, de planta rectangular, com pinturas murais, e tecto e pavimento revestido com tacos em madeira, a formar composição geométrica. O gabinete, tem silhar de azulejos de padrão, pintados a azul e amarelo, sobreposto por friso de madeira, acima do qual, e a envolver as molduras dos vãos, surge friso decorativo pintado com elementos vegetalistas e antropomórficos a segurar cornucópias; tem três portas, a NE. e a SO., de acesso, respectivamente, a instalações sanitárias e ao refeitório, e a SE., de acesso ao corredor, e uma janela a NO.. A sala a NE., um refeitório, tem paredes e tecto profusamente decorados com pinturas murais, em rosa, salmão, castanho e azul, representando motivos vegetalistas, árvores de fruto, aves, figuras mitológicas, anjos e querubins em frisos e inseridas em medalhões. A sala a SO., um outro refeitório, é decorada com pinturas murais, figurando num primeiro nível painéis rectangulares castanhos com florão em medalhão central, rodeado por folhagem e pinhas, e, num segundo painéis rectangulares lisos, pintados a verde, envolvidos por frisos com elementos vegetalistas, possuindo a separá-los pequeno friso de madeira; sobre as portas, possui pintados dois grifos a segurar um vaso; no tecto, surge medalhão central rodeado por pares de anjos a segurar liras, intecalados por vasos. NO SEGUNDO PISO, a SE. da escadaria, surge sala de costura, rectangular, com pavimento em soalho e tecto decorado com elementos em relevo, pintados a dourado: coroas de louros, palmetas e flores, e a NE., duas salas, intercomunicantes: a primeira, em L, dividida em duas zonas por arco abatido, sobre pilastras com capitéis coríntios, pintados a dourado; sobre as portas e ao centro do arco, surgem telas inseridas em molduras douradas, decoradas com elementos vegetalistas e bustos, representando, respectivamente, anjos e vasos com flores, algumas das quais assinadas "S. Ordoñer"; as portas são forradas com espelhos e o tecto é decorado com palmetas, folhagens e flores em relevo, dourados. A segunda sala, maior, tem o terço inferior das paredes revestido a painéis de madeira, as portas com almofadas decoradas com elementos vegetalistas em relevo, encimadas por molduras douradas, envolvidas por fitas e palmas, uma delas com uma tela representando duas figuras populares em paisagem campestre, a masculina, a tocar um instrumento de cordas, e a feminina, a dançar; o tecto, em estuque, é profusamente decorado com flores, folhagens e anjos com figura feminina e instrumentos musicais nos ângulos, pintados a branco e dourado. A NO., dispõem-se três salas intercomunicantes: uma sala de convívio, o bar e um salão. A sala de convívio, tem silhar de azulejos, monocromos azuis sobre fundo branco, com albarradas intercaladas por anjos que seguram açafates de fruta, portas com almofadas e verga entalhadas com elementos vegetalistas relevados, e tecto plano de estuque decorado, tendo pintado num medalhão central figura feminina clássica e dois putti, e, nos ângulos, dois putti, um a segurar uma cornucópia, e o outro a comer uvas, envolvidos por friso com elementos vegetalistas e flores. O bar, de pequenas dimensões, tem uma tela no tecto representando uma figura feminina com uma máscara na mão esquerda, sendo assinada por "L. Fernando(?) 1969 (?)". O salão amplo, é dividido em duas zonas por colunas de fuste estreado; a SO., tem lareira com placa rectangular em mármore, sustentada por dois grifos, com relevo representando uma dançarina; as paredes têm no topo friso dórico pintado, com as métopas decorados com liras, bustos e florões, sob o qual corre um outro friso com grifos afrontados pintados sobre as portas e, ao centro das paredes, figuras femininas segurando instrumentos musicais; o tecto é pintado com coroas de louros em losangos e outros motivos geométricos e fitomórficos. A SO. da escadaria, existem instalações sanitárias. TERCEIRO PISO: a SE. da escadaria, fica uma sala de formação, com três portas na parede NE., as laterais de armários, sobrepostas por friso decorado com espelhos, ladeado por duas pilastras caneladas e assente em duas mísulas, e duas portas para varanda a SO.. A NE., tem quatro salas intercomunicantes: uma pequena, revestida com azulejos de padrão, o ginásio e duas salas de trabalho com o tecto de estuque decorado com friso envolvente de flores nos ângulos e um medalhão central com anjos e flores na primeira sala e arranjo de flores na segunda*2. A NO., ficam duas salas que funcionam como espaço de circulação, a segunda, em simultâneo como biblioteca, com silhar de azulejos de padrão. A SO., tem salas de trabalho, intercomunicantes, três voltadas a NO., e as outras duas a SE. *3. A primeira das salas voltadas a NO. tem as paredes pintadas com motivos vegetalistas e geométricos e um friso superior com paisagens e edifícios de linhas clássicas inseridos em medalhões.

Acessos

Rua de São Mamede ao Caldas, n.º 19; Calçada do Correio Velho; Rua das Pedras Negras

Protecção

Incluído na classificação da Lisboa Pombalina (v. IPA.00005966) / Incluído na Zona Especial de Protecção da Sé de Lisboa (v.IPA.00002196), Portal Principal da Igreja da Madalena (v. IPA.00003034), Lápides das Pedras Negras (v. IPA.00006474), Igreja da Conceição Velha (v. IPA.00006470), Casa dos Bicos (v. IPA.00002489) e Igreja de Santo António de Lisboa (v. IPA.00003143) e na Zona Especial de Proteção das Ruínas do Teatro Romano (v. IPA.00003110) / Incluído na Zona de Proteção do Castelo de São Jorge e restos das cercas de Lisboa (v. IPA.00003128)

Enquadramento

Urbano, implantado a meia-encosta, adaptado ao desnível do terreno, num gaveto, abrindo para rua calcetada a NE. e NO., respectivamente, a R. de São Mamede ao Caldas e Cç. do Correio Velho. A SE., o edifício encontra-se adossado a edifício da malha urbana, de cércea mais elevada, e a SO. é limitado por muro que confina com a R. das Pedras Negras. Junto à fachada posterior, desenvolve-se jardim, edificado sobre alto terraço, murado, com gradeamento em ferro a NO. e SO., com vegetação densa, em canteiros, passeios em "calçada à portuguesa", e tendo uma fonte e pequenas construções a SE..

Descrição Complementar

A cave é de área inferior aos restantes pisos, limitando-se a parte da zona NO. do edifício; é dividido em duas zonas, sem comunicação entre si: a SO., com uma sala ampla, com três janelas e uma porta, voltadas a NO., e três divisões interiores, de menor dimensão, correspondendo à zona ocupada pelo Grupo de Teatro "Gota"; e a NE., com instalações sanitárias e três salas pequenas, do pessoal do Centro Social, uma interior, duas voltadas a NO., a da esquerda com uma janela, pequena, e a da direita com uma porta para o exterior. ÁGUAS-FURTADAS - Dependências inter-comunicantes, distribuídas em torno de corredores, com janelas que se abrem ao nível do telhado, tendo numa das dependências uma chaminé com as paredes forradas com azulejos de padrão pintados a azul sobre fundo branco; tem ainda uma casa-de-banho pequena *4.

Utilização Inicial

Residencial: casa

Utilização Actual

Assistencial: centro de dia

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 18 / 19 / 20

Arquitecto / Construtor / Autor

PINTOR DECORADOR: S. Ordoñer; L. Fernando(?).

Cronologia

Séc. 18, final - construção; séc. 19 - pintura decorativa das paredes interiores e decoração de tectos com estuques; 1920, Janeiro - a Câmara Municipal de Lisboa aprova o projecto de ampliação do prédio apresentado pelo seu proprietário, Alfredo Mendes da Silva; Abril - Laura Mendes da Silva, viúva de Alfredo Mendes da Silva, apresenta um projecto de alteração ao anterior; Novembro - a proprietária apresenta um novo projecto de alterações; 1921 - enquanto as obras decorrem, Laura Mendes da Silva pede novas alterações ao projecto, obtendo o parecer favorável da Câmara Municipal de Lisboa; 1922 - vistoria da Câmara Municipal de Lisboa ao sótão e subsequente Licença de habitabilidade; 1923 - conclusão das obras de ampliação do edifício; posteriormente o imóvel foi comprado pela família Monte-Real; 1955 - o Serviço de Fiscalização da Intendência Geral dos Abastecimentos (Ministério da Economia) estava instalado no edifício; 1962 - Jorge Cardoso Pereira da Silva de Melo e Faro, Conde de Monte-Real, apresentou à Câmara Municipal de Lisboa, um projecto de remodelação do imóvel, da autoria do arquitecto Carlos Tojal, o qual não chegou a ser licenciado; 1969, 25 Julho - aquisição do imóvel pela Câmara Municipal de Lisboa, o qual ficou a servir de depósito dos Museus Municipais; 1974 - a comissão de moradores da Freguesia da Sé reclamou a posse do edifício para nele se instalarem vários serviços e o grupo de teatro amador "O Gota"; 1977 - a Câmara Municipal de Lisboa cedeu, através de protocolo, o edifício à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que aí instalou o Centro de Dia da Sé, dividindo o espaço com o grupo de teatro "O Gota"; 1982 - assinatura do protocolo de cedência do edifício; 1990 - reorganização do espaço, passando o grupo de Teatro "O Gota" a ocupar apenas parte da cave, ficando o resto do edifício disponível para o Centro Social da Sé, a nova designação dos serviços.

Dados Técnicos

Estrutura autoportante.

Materiais

Estrutura de alvenaria rebocada e pintada; molduras de vãos, pilastras, frisos e cornijas em cantaria calcária; vidros simples; caixilharias e portas em madeira; pinturas murais; silhar de azulejos; guardas em ferro; pavimentos de mármore, madeira e cerâmico; tectos de estuque, entalhados ou com pinturas murais; portas e caixilharia de madeira; cobertura de telha.

Bibliografia

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID; CML: DSCU, Arquivo de Obras, Obra n.º 39513; SCML: DGIP

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID; SCML: DGIP, Gabinete de Audio-visuais

Documentação Administrativa

SCML: DGIP

Intervenção Realizada

PROPRIEtÁRIO: 1920 / 1921 / 1922 / 1923 - ampliação do imóvel, com a construção de um novo corpo a O., com dois andares e pequenas modificações no edifício existente; abertura de três janelas de sacada na fachada S.; obras de reparação e decoração; 1938 - limpeza de cantarias; 1943 - reparação do telhado; 1947 - reparações e pinturas interiores; 1948 - limpeza geral do prédio; 1949 - pintura das fachadas exteriores; 1954 - obras de beneficiação e limpeza geral; SCML: 1982 - obras de adaptação do palácio a Centro de Dia; 1984 - obras de beneficiação; 1988 - restauro de um painel do salão nobre; 1991 - obras de beneficiação e adaptação a Centro Social.

Observações

*1 - as duas salas a NO. e SO. do átrio constituiriam originalmente uma única sala, com um arco central de ligação, o arco que se encontra actualmente entaipado. *2 - a segunda sala encontra-se, actualmente, dividida através de uma parede falsa que amputou a decoração do tecto. *3 - um das salas de trabalho voltada a SE. seria originalmente um espaço de circulação. *4 - as águas-furtadas seriam originalmente o espaço de habitação dos criados do palácio.

Autor e Data

Helena Mantas 2005

Actualização

 
 
 
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